segunda-feira, 28 de janeiro de 2013


PAIS  -  Vale a pena ler -
(Recebi por email como anonimo, o autor pode mer comunicar que darei os devidos creditos)

    OS FILHOS QUEREM COLO  
    Na sexta feira, 12 de maio de 2011, uma amiga do meu filho pulou do 8º andar do prédio onde morava na Rua Emiliano Perneta. Era uma adolescente. Tinha acabado de almoçar, estava com o uniforme do Colégio Bom Jesus, e a mochila nas costas, o que indicava que iria para o colégio à tarde, pois nas quartas e sextas eles têm aula o dia todo. Foi um choque para todos os colegas!

    Aí vem a pergunta: Por quê? Ela tinha apenas 15 anos. 

    Que problemas uma menina de 15 anos pode ter? 
    Fiz esta pergunta ao meu filho, e a resposta me deixou chocada...
    Ele me disse:
    - Mãe, eu acho que era falta de colo.
    Questionei:
    - Como assim?
    E ele me disse:
    - Hoje em dia, os pais trabalham praticamente o dia todo, sempre com a mesma desculpa de que querem dar aos filhos tudo aquilo que nunca tiveram e, na maioria das vezes, eles estão conseguindo. Eles estão dando um estudo no melhor colégio, cursos de idiomas, dinheiro para gastar no shopping, um computador de última geração pro filho ficar enfiado em casa durante o pouco tempo livre que sobra, roupas, tênis, celular, tudo muito caro, etc... E sempre cobrando da gente boas notas, pois estão investindo muito... Na maioria das vezes, os pais não têm mais tempo para os filhos, não conversam mais, não fazem um carinho...

     
    Ele fez uma pausa. Eu estava boquiaberta com o que ele acabara de falar-me e meus pensamentos foram a mil. Mal comecei uma frase
    - Meu filho, você tem razão. É isso mesmo...

    E ele me interrompeu dizendo:
    - Mãe, quando a gente chega em casa, o que mais a gente quer é o colo da mãe. Quando vai mal nas provas ou quando acontece alguma coisa ruim, a gente quer colo. Por que você acha que hoje tantos jovens são quase revoltados? Na maioria das vezes, eles estão querendo chamar a atenção, ser notados... Só que no lugar errado e de forma errada: na rua e com violência.

    Dei um grande abraço em meu filho, beijei-o com muito carinho. E lhe disse:

    - Meu filho, espero que a morte da Joana não tenha sido em vão, pois quem sabe desta forma muitos pais vão repensar suas atitudes para com seus filhos!

    Ele olhou-ne carinhosamaente e concluiu, antes de sair para a escola:

    - Não somos máquinas, mãe. Não somos todos iguais. Não é porque o filho da vizinha tira só dez que todos nós vamos tirar 10. Talvez, nem todos nós queiramos falar inglês!

    Seus olhos cheios de lágrimas revelavam a dor que sentia pela morte da colega e, ao mesmo tempo, o quanto meu filho valorizava a nossa família. 

    Já fora de casa, ele voltou correndo e me deu um forte abraço e me disse:

    - Mãe, obrigado por eu poder contar sempre com você nos maus momentos...

    E, obrigado, também, pelas broncas, pois sei que as mereço.
    Depois que ele virou a esquina, fechei suavemente a porta, pensativa e convencida de que o tempo e o amor são os melhores investimentos que podemos fazer pelos nossos filhos. O resto é consequência. Nada é mais importante que estes meios essenciais para a felicidade de nossos filhos. 

    E, sem dúvida, só assim poderemos também ser felizes com a 
    consciência tranqüila de ter cumprido bem a nossa missão de pais.

    (Texto anônimo, circulando na Internet)

    "Tudo o que acontece, sucede por alguma razão".

     

terça-feira, 5 de julho de 2011

Expressões curiosas na Língua Portuguesa



JURAR DE PÉS JUNTOS:
Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu. A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, nas quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado para dizer nada além da verdade. Até hoje o termo é usado para expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.

MOTORISTA BARBEIRO:
Nossa, que cara mais barbeiro! No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc., e por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão "coisa de barbeiro". Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de "motorista barbeiro", ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira..

TIRAR O CAVALO DA CHUVA:
Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje! No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da chuva". Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.

À BEÇA:
O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas.

DAR COM OS BURROS N'ÁGUA:
A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado para se referir a alguém que faz um grande esforço para conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo.

GUARDAR A SETE CHAVES:
No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do reino. Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo "guardar a sete chaves" para designar algo muito bem guardado..

OK:
A expressão inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida para significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam para as bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa "0 killed" (nenhum morto), expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo "OK".

ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS:
Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu à expressão, usada para designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.

PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA:
A história mais aceitável para explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu.

PARA INGLÊS VER:
A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis eram criadas apenas "para inglês ver". Daí surgiu o termo.

RASGAR SEDA:
A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão para cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: "Não rasgue a seda, que se esfiapa".

O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER:
Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argent fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para história como o cego que não quis ver.

ANDA À TOA:
Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar.



QUEM NÃO TEM CÃO, CAÇA COM GATO:
Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia quem não tem cão caça como gato, ou seja, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.

DA PÁ VIRADA:
A origem do ditado é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada para baixo, voltada para o solo, está inútil, abandonada decorrentemente pelo Homem vagabundo, irresponsável, parasita.

NHENHENHÉM:
Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indígenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer "nhen-nhen-nhen".

VAI TOMAR BANHO:
Em "Casa Grande & Senzala", Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore para limpar os bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram trocadas com frequência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem "tomar banho".

ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM:
Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português... O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: "Vocês que são pardos, que se entendam". O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: Nós somos brancos, cá nos entendemos.

A DAR COM O PAU :
O substantivo "pau" figura em várias expressões brasileiras. Esta expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados preferiam morrer durante a travessia e, para isso, deixavam de comer. Então, criou-se o "pau de comer" que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam sapa e angu para o estômago dos infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão.

ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ Q FURA:


Um de seus primeiros registros literário foi feito pelo escritor latino Ovídio ( 43 a .C.-18 d.C), autor de célebres livros como "A arte de amar "e Metamorfoses", que foi exilado sem que soubesse o motivo. Escreveu o poeta: “A água mole cava a pedra dura". É tradição das culturas dos países em que a escrita não é muito difundida formar rimas nesse tipo de frase para que sua memorização seja facilitada. Foi o que fizeram com o provérbio, portugueses e brasileiros.

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terça-feira, 28 de junho de 2011

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quarta-feira, 1 de junho de 2011

domingo, 15 de maio de 2011

Simulador de vulcão

Delicious
Onde você coloca todos os seus links favoritos.Uma especie de arquivo de links.
O Meu, professora Regina é :

http://www.delicious.com/reginadeavalon

Faça o seu também.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Para pensar!

Eu, uma Brasileira morando nos Estados Unidos da América, para ajudar no orçamento, estou fazendo "bico" de babá.

Ao cuidar de uma das crianças de quem eu tomo conta, uma vez cantei :

"Boi da cara preta" para ela, antes dela dormir.

Ela adorou e essa passou a ser a música que ela sempre pede para eu cantar ao colocá-la para dormir.





Antes de adotarmos o "boi, boi, boi" como canção de ninar, a canção que cantávamos (em Inglês) dizia algo como:



Boa noite, linda menina, durma bem.



Sonhos doces venham para você,



Sonhos doces por toda noite"... (Que lindo, né mesmo!?)



Eis que um dia Mary Helen me pergunta o que as palavras em português da música "Boi da cara preta" queriam dizer em Inglês:



"Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de

careta..." (???)



Como eu ia explicar para ela e dizer que, na verdade, a música "boi da cara preta" era uma ameaça, era algo como "dorme logo, senão o boi vem te comer"?

Como explicar que eu estava tentando fazer com que ela dormisse com uma música que incita um bovino de cor negra a pegar uma doce menina?

Claro que menti para ela, mas comecei a pensar em outras canções infantis, pois não me sentiria bem ameaçando aquela menina com um temível boi toda

noite...

Que tal! "nana neném que a cuca vai pegar..."?

Caramba... outra ameaça! Agora com um ser ainda mais maligno que um boi preto!

Depois de uma frustrante busca por uma canção infantil do folclore brasileiro que fosse positiva e de uma longa reflexão, eu descobri toda a origem dos problemas do Brasil.

O problema do Brasil é que a sua população em geral tem uma auto-estima muito baixa.

Isso faz com que os brasileiros se sintam sempre inferiores e ameaçados, passivos o suficiente para aceitar qualquer tipo de extorsão e exploração, seja interna ou externa.

Por que isso acontece?

Trauma de infância!

Trauma causado pelas canções da infância.

Vou explicar:

Nós somos ameaçados, amedrontados e encaramos tragédias desde o berço!

Por isso levamos tanta porrada da vida e ficamos quietos.

Exemplificarei minha tese:

Atirei o pau no gato-to-to

Mas o gato-to-to não morreu-reu-reu

Dona Chica-ca-ca admirou-se-se

Do berrô, do berrô que o gato deu

Miaaau!

Para começar, esse clássico do cancioneiro infantil é uma demonstração clara de falta de respeito aos animais (pobre gato) e crueldade.

Por que atirar o pau no gato, essa criatura tão indefesa?

E para acentuar a gravidade, ainda relata o sadismo dessa mulher sob a alcunha de "D. Chica".

Uma vergonha!



Eu sou pobre, pobre, pobre,

De marré, marré, marré.

Eu sou pobre, pobre, pobre,

De marré de si.

Eu sou rica, rica, rica,

De marré, marré, marré.

Eu sou rica, rica, rica,

De marré de si.

Colocar a realidade tão vergonhosa da desigualdade social em versos tão doces!

É impossível não lembrar do seu amiguinho rico da infância com um carrinho fabuloso, de controle remoto, e você brincando com seu carrinho de plástico... Fala sério!



Vem cá, Bitu! vem cá, Bitu!

Vem cá, meu bem, vem cá!

Não vou lá! Não vou lá, Não vou lá!

Tenho medo de apanhar.

Quem é o adulto sádico que criou essa rima?

No mínimo ele espancava o pobre Bitú...



Marcha soldado, cabeça de papel!

Quem não marchar direito,

Vai preso pro quartel.

De novo: ameaça. Ou obedece ou você vai se ferrar... não é à toa que brasileiro admite tudo de cabeça baixa...



A canoa virou,

Por deixar ela virar,

Foi por causa da fulana (nome de pessoa)

Que não soube remar.



Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a dedurar e condenar um semelhante.







Samba-lelê tá doente,

Tá com a cabeça quebrada.

Samba-lelê precisava

É de umas boas palmadas.



A pessoa, conhecida como Samba-lelê, encontra-se com a saúde debilitada, necessita de cuidados médicos mas, ao invés de compaixão e apoio, a música diz que ela precisa de palmadas!



Acho que o Samba-lelê deve ser irmão do Bitú...



O anel que tu me deste

Era vidro e se quebrou.

O amor que tu me tinhas

Era pouco e se acabou...



Como crescer e acreditar no amor e no casamento depois de ouvir essa passagem anos a fio?



O cravo brigou com a rosa

Debaixo de uma sacada;

O cravo saiu ferido

E a rosa despedaçada.

O cravo ficou doente,

A rosa foi visitar;

O cravo teve um desmaio,

A rosa pôs-se a chorar.



Desgraça, desgraça, desgraça!!! E ainda incita a violência conjugal ...





Que coisa, não?


Meire Michelin

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Independência do Brasil

Introdução

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico

Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."

O processo de independência

Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole..

Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

Pós Independência

Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.

Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

http://www.suapesquisa.com/independencia/

Quando o Foguete do Ponto de Exclamação Encontra o Cavalo

Marinho do Ponto de Interrogação

O ponto de exclamação é especial ...
Pois , ele é um foguete sensacional ,
Que voa pelo espaço sideral ...

Da misteriosa surpresa ...
Com toda a certeza !
Já , o ponto de interrogação ...
É uma maldita perdição ...

Ele é um cavalo – marinho ,
Que não nada sozinho !
Ele é um cavalo – marinho brilhante e radiante ,
Muito amigo da estrela – do – mar cintilante !

Ele carrega as dúvidas de mar em mar ...
Sem cessar e sem se cansar !

Quando o ponto de exclamação ...
Encontra-se com o ponto de interrogação ...
É sinal da mais pura confusão !

É sinal que depois de uma dúvida confusa ,
Embaralhada e obtusa ,
Vem uma surpresa ...
Cheia de incerteza .

Luciana do Rocio Mallon .

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Inclusão

Nunca lá chegarei, professor.
- Nunca lá chegarei, professor.
- Que dizes?
- Nunca lá chegarei!
- Aonde queres ir?
- A lado nenhum! Não quero ir a lado nenhum!
- Então porque é que tens medo de lá não chegar?
- Não é o que eu quero dizer!
- Que queres dizer?
- Que nunca lá chegarei, é tudo!
- Escreve no quadro: nunca lá chegarei.
Nunca laxegarei.
- Enganaste-te. Esqueceste-te no advérbio de lugar "lá". Explicar-te-ei mais tarde os advérbios. E o verbo é o verbo chegar, com ch. Corrige.
- Está bem. Que indica esse "lá", na tua opinião?
-Não sei.
- Que significa?
- Não sei.
- Pois bem, temos mesmo de descobrir o que significa, porque é dele que tens medo, desse "lá".
- Não tenho medo.
- Não tens medo?
- Não.
- Não tens medo de não chegar lá?
- Não, estou-me nas tintas.
- Como?
- Não me interessa, não me importo!
- Não te importas de não chegar lá?
- Não me importo com isso, é tudo.
- E és capaz de escrever no quadro?
- O quê, que não me importo com isso?
- Sim.
Não me impor tucom isso.
- O que escreveste foi o verbo impor no infinitivo e não importar no presente.
Não me importo com isso.
- Bem, e esse "com isso", o que é precisamente esse "isso"?
- ...
- Esse "isso", o que é?
- Não sei... é tudo isso!
- Tudo isso o quê?
- Tudo o que me aborrece.

Passagem do livro "Mágoas da escola", de Daniel Pennac.

Desfile Cívico 03-09-2009

domingo, 30 de agosto de 2009

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Muito importante!

Coloque superalimentos na refeição das crianças para aumentar a imunidade
> Publicidade da *Folha Online*
>
> Os estudantes de instituições particulares, universidades e das redes
> estaduais e municipais que retornaram às aulas nesta segunda-feira (17),
> após a prorrogação das férias por causa da gripe A (H1N1), tiveram que se
> adequar às medidas preventivas instauradas nos locais --como distribuição de
> gel desinfetantee uso de copos descartáveis. Os alunos também receberam orientações e
> sugestões para fazer com que a alimentação seja uma aliada na prevenção da
> doença: beber bastante líquido e comer muitas frutas e verduras para
> aumentar a imunidade.
>
>
>
> Como as crianças muitas vezes fazem cara feia quando se deparam com um
> prato repleto de brócolis, cenouras ou alface, selecionamos receitas cheias
> de vitaminas, nutrientes e que "enchem os olhos" de pessoas de todas as
> idades. Com passo a passo simples e fácil, as saladas, os pratos e os sucos abaixo
> podem ser preparados pelas próprias crianças --com o auxílio dos adultos.

sábado, 22 de agosto de 2009

Vamos rir um pouco.

RESPOSTAS "INTELIGENTES"

*Divisão*
Professor: - O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas ?
Aluno: - Purê de batata, professor!

*Castigos*
Aluno: - Professora, alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez ?
Professora: - Não.
Aluno: - É que eu não fiz os trabalhos de casa.

*Tempo Verbal*
Professor: - Chovia que tempo é ?
Aluno: - É tempo muito mau, professor.

*Ciências*
Professor: - Quantos corações nós temos?
Aluno: - Dois.
Professor: - Dois ?
Aluno: - Sim, o meu e o seu !

*Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se*
1º Aluno: - Acordei tarde, professor! Sonhei que fui à Polinésia e demorou muito a viagem.
Professor: - Então, e tu?
2º Aluno: - E eu fui esperá-lo no aeroporto!

*A base da alimentação*
Professor: -diga-me o nome de cinco coisas que contenham leite?
Aluno: - Um queijo e quatro vacas

Um aluno de Direito fazendo um exame oral
Professor: - O que é uma fraude ?
Aluno: - É o que o Sr. Professor está fazendo.
Professor: - (O professor muito indignado) Explique-se...
Aluno: - Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!!
http://almadeeducador.blogspot.com/2009/08/respostas-inteligentes.html

RECEITA PARA ALFABETIZAR OU NÃO

Ingredientes


1 criança de 6 anos
1 uniforme escolar
1 sala de aula decorada
1 cartilha


Preparo
Pegue uma criança de seis anos e lave-a bem. Enxugue-a com cuidado e envolva-a num uniforme, colocando-a sentadinha numa sala de aula. Nas oito primeiras semanas, alimenta-a com exercícios de prontidão. Na nona semana, ponha uma cartilha nas mãos da criança, mas tome cuidado para que ela não se contamine no contato com os livros, jornais, revistas e outros perigosos materiais impressos.


Abra a boca da criança e faça com que ela engula as vogais. Quando as tiver digerido, mande-a mastigar, uma a uma, as palavrinhas da cartilha. Cada palavra deve ser mastigada no mínimo sessenta vezes, como na alimentação macrobiótica. Se houver dificuldade para engolir, separe as palavras em pedacinhos.


Mantenha a criança em banho-maria durante quatro meses, fazendo exercícios de cópia. Em seguida, faça com que ela ingira algumas frases inteiras. Mexa com cuidado para não embolar. Ao fim do oitavo mês, espete a criança com um palito, ou melhor, aplique uma prova de leitura e verifique se ela devolve pelo menos, 70% das palavras e frases engolidas. Se isto acontecer, considere a criança alfabetizada.


Enrole-a num bonito papel de presente e despache-a para série seguinte. Se a criança não devolver o que lhe foi dado para engolir, recomece a receita desde o início, isto é, volte aos exercícios de prontidão. Repita a receita quantas vezes for necessário. Ao fim de três anos, embrulhe a criança em papel pardo e coloque um rótulo: "aluno renitente".
(Marlene Carvalho)

do blog Educar para viver bem

http://almadeeducador.blogspot.com/search/label/ACONTECE%20COM%20PROFESSOR

sábado, 15 de agosto de 2009

quinta-feira, 21 de maio de 2009

A vírgula

Sobre a Vírgula

Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado..

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Musica para o Dia das Mães

Www.conto Com Você
Se não é o super–homem
Se não é o tal do el-niño
Só pode ser um anjo bom
Trazendo um recadinho pro planeta terra.

Hoje eu sonhei
Que um anjo derramou de lá do céu
Eu vi que era chuva de papel
Estava escrito amor! Amor! Amor!

Vi a esperança
Crescer, crescer, crescer se abrir em flor
Mudar um mundo um sonho de criança
Em plena era do computador

www.conto com você
Me dá pão com carinho
Carinho pra viver
Sou criança sou carente
E pro meu mundo acontecer
www.conto com você
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